"O poeta é um merda.
Rebusca, rabisca e retruca,
mas continua o eterno incompreendido.
O poeta é um merda,
é Fernando, é Vinícius, é Manuel,
mas no fim entrelaça os traços, tudo igual, repetitivo
O poeta é um merda,
é corno, sentimental, fraco,
e, nos bloqueios, até mesmo o papel o rejeita.
O poeta é um merda,
é burro e previsível no fácil,
porque, até eu que não sou poeta, componho isso..."
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